
Fato ou fake: a ficção científica foi criada por uma mulher?
Um escritor pode imaginar uma sociedade distópica, pensar nas consequências de uma nova tecnologia ou construir uma complexa intriga política.

Um escritor pode imaginar uma sociedade distópica, pensar nas consequências de uma nova tecnologia ou construir uma complexa intriga política.

Na correria do dia a dia, muitas vezes nos deparamos com desafios que nos deixam sem chão. Porém, são justamente

Em um mundo onde a educação ainda é um privilégio para poucas pessoas, a história nos mostra que algumas mulheres

Esta semana estava fazendo o fichamento do livro “Lições de um século de vida”, de Edgar Morin, quando novamente me

Aninha e suas pedras Não te deixes destruir… Ajuntando novas pedras e construindo novos poemas. Recria tua vida, sempre, sempre.

Você já sentiu que esperam que as mulheres sejam sempre dóceis, discretas e conformadas? Que a educação feminina deveria formar

Júlia Lopes de Almeida (1862-1934) foi uma escritora à frente de seu tempo, cuja obra e trajetória se destacaram em

Um escritor pode imaginar uma sociedade distópica, pensar nas consequências de uma nova tecnologia ou construir uma complexa intriga política.

Na correria do dia a dia, muitas vezes nos deparamos com desafios que nos deixam sem chão. Porém, são justamente

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Esta semana estava fazendo o fichamento do livro “Lições de um século de vida”, de Edgar Morin, quando novamente me

Aninha e suas pedras Não te deixes destruir… Ajuntando novas pedras e construindo novos poemas. Recria tua vida, sempre, sempre.

Você já sentiu que esperam que as mulheres sejam sempre dóceis, discretas e conformadas? Que a educação feminina deveria formar

Júlia Lopes de Almeida (1862-1934) foi uma escritora à frente de seu tempo, cuja obra e trajetória se destacaram em

Por meio deste blog, quero convidar você a embarcar nessa jornada de evolução e redescoberta. Juntas, vamos explorar caminhos que transformam pontos de partida em histórias inspiradoras, mostrando que, com as ferramentas certas, podemos ressignificar cada capítulo da nossa vida.

Um escritor pode imaginar uma sociedade distópica, pensar nas consequências de uma nova tecnologia ou construir uma complexa intriga política. Mas a posição social de

Jacqueline Harpman constrói, em Eu que nunca conheci os homens, uma distopia de grande força filosófica. O romance acompanha uma jovem que passou toda a