
Júlia Lopes: a fundadora da ABL que nunca tomou posse por ser mulher
Júlia Lopes de Almeida (1862-1934) foi uma escritora à frente de seu tempo, cuja obra e trajetória se destacaram em
FILOSOFIA PARA MULHERES

Júlia Lopes de Almeida (1862-1934) foi uma escritora à frente de seu tempo, cuja obra e trajetória se destacaram em

Você já ouviu falar em ikigai? Essa palavrinha japonesa carrega um universo de significado: trata-se da “razão de viver” ou

Quando falamos em grandes mestres da filosofia, poucos questionam a genialidade de Sócrates. Mas e se disséssemos que um dos

Durante séculos, a arte foi considerada um domínio masculino, e às mulheres restava o papel de musas, nunca de criadoras.

Hoje, minha indicação de leitura é o livro “O Mundo se Despedaça”, de Chinua Achebe. Uma obra que nos transporta

Júlia Lopes de Almeida (1862-1934) foi uma escritora à frente de seu tempo, cuja obra e trajetória se destacaram em

Você já ouviu falar em ikigai? Essa palavrinha japonesa carrega um universo de significado: trata-se da “razão de viver” ou

Quando falamos em grandes mestres da filosofia, poucos questionam a genialidade de Sócrates. Mas e se disséssemos que um dos

Durante séculos, a arte foi considerada um domínio masculino, e às mulheres restava o papel de musas, nunca de criadoras.

Hoje, minha indicação de leitura é o livro “O Mundo se Despedaça”, de Chinua Achebe. Uma obra que nos transporta

Por meio deste blog, quero convidar você a embarcar nessa jornada de evolução e redescoberta. Juntas, vamos explorar caminhos que transformam pontos de partida em histórias inspiradoras, mostrando que, com as ferramentas certas, podemos ressignificar cada capítulo da nossa vida.

Um escritor pode imaginar uma sociedade distópica, pensar nas consequências de uma nova tecnologia ou

Jacqueline Harpman constrói, em Eu que nunca conheci os homens, uma distopia de grande força