
Como o sofrimento desperta a criatividade? A dor que inspira autoras a reescrever suas histórias
Na correria do dia a dia, muitas vezes nos deparamos com desafios que nos deixam sem chão. Porém, são justamente

Na correria do dia a dia, muitas vezes nos deparamos com desafios que nos deixam sem chão. Porém, são justamente

Em um mundo onde a educação ainda é um privilégio para poucas pessoas, a história nos mostra que algumas mulheres

Esta semana estava fazendo o fichamento do livro “Lições de um século de vida”, de Edgar Morin, quando novamente me

Aninha e suas pedras Não te deixes destruir… Ajuntando novas pedras e construindo novos poemas. Recria tua vida, sempre, sempre.

Você já sentiu que esperam que as mulheres sejam sempre dóceis, discretas e conformadas? Que a educação feminina deveria formar

Júlia Lopes de Almeida (1862-1934) foi uma escritora à frente de seu tempo, cuja obra e trajetória se destacaram em

Na correria do dia a dia, muitas vezes nos deparamos com desafios que nos deixam sem chão. Porém, são justamente

Em um mundo onde a educação ainda é um privilégio para poucas pessoas, a história nos mostra que algumas mulheres

Esta semana estava fazendo o fichamento do livro “Lições de um século de vida”, de Edgar Morin, quando novamente me

Aninha e suas pedras Não te deixes destruir… Ajuntando novas pedras e construindo novos poemas. Recria tua vida, sempre, sempre.

Você já sentiu que esperam que as mulheres sejam sempre dóceis, discretas e conformadas? Que a educação feminina deveria formar

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Por meio deste blog, quero convidar você a embarcar nessa jornada de evolução e redescoberta. Juntas, vamos explorar caminhos que transformam pontos de partida em histórias inspiradoras, mostrando que, com as ferramentas certas, podemos ressignificar cada capítulo da nossa vida.

A história comovente e desconhecida das mulheres coreanas na Segunda Guerra Mundial. Este não é um livro para ser lido. É um livro para ser

Há livros que nos permitem pousar. “Tudo é Rio” não é um deles. Desde as primeiras páginas, somos lançadas numa correnteza emocional sem margem segura: